Neymar chega à Copa como único bicampeão olímpico entre convocados
Levantamento publicado pelo ge aponta 43 medalhistas olímpicos no Mundial de 2026; Brasil tem sete nomes na lista.

Neymar entra na Copa do Mundo de 2026 com uma marca que nenhum outro convocado do torneio carrega: é o único jogador do Mundial com duas medalhas olímpicas no currículo. O dado aparece em levantamento publicado pelo ge nesta quinta-feira (11), que identificou 43 atletas medalhistas olímpicos entre as seleções participantes.
O camisa 10 da Seleção Brasileira subiu ao pódio em Londres 2012, quando o Brasil ficou com a prata, e no Rio 2016, campanha que terminou com o primeiro ouro olímpico do futebol masculino brasileiro. A conquista no Maracanã, decidida contra a Alemanha, segue como um dos capítulos mais marcantes da geração que agora chega a mais uma Copa.
Brasil tem sete medalhistas no grupo
Além de Neymar, o Brasil conta com outros seis jogadores convocados que já ganharam medalha em Jogos Olímpicos. Alex Sandro esteve na campanha da prata em 2012. Marquinhos e Douglas Santos fizeram parte do ouro de 2016. Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Gabriel Martinelli aparecem pela conquista em Tóquio 2020.
A lista reforça a presença de jogadores que passaram por ciclos diferentes da Seleção antes de chegarem ao Mundial. Também ajuda a explicar o peso de experiência do elenco brasileiro em torneios curtos, ainda que Copa do Mundo e Olimpíada tenham formatos, pressões e níveis de elenco distintos.
Espanha lidera lista e Messi mantém marca antiga
Segundo o ge, a Espanha é a seleção com mais medalhistas olímpicos entre os convocados para a Copa: são 13 jogadores. O número reflete principalmente os resultados recentes do país nos Jogos, com prata em Tóquio 2020 e ouro em Paris 2024.
Outro nome de peso no levantamento é Lionel Messi. O argentino tem a medalha mais antiga entre os jogadores listados: o ouro conquistado em Pequim 2008. A marca atravessa gerações e mostra como parte dos protagonistas desta Copa já acumulava títulos internacionais antes mesmo do ciclo atual.
No caso de Neymar, o recorte olímpico adiciona mais um elemento à trajetória pela Seleção. A Copa de 2026 pode ser mais uma chance de juntar, no mesmo currículo, protagonismo olímpico e uma campanha forte no principal torneio do futebol.
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