Raphinha admite cobrança maior antes da estreia do Brasil na Copa

Atacante falou sobre a relação com Ancelotti, comparou o rendimento na Seleção ao do Barcelona e projetou o duelo com Marrocos.

Por Redação Tipstando

10/06/2026, 19:20

Raphinha comemora gol pela Seleção Brasileira contra a Colômbia
Raphinha comemora gol pela Seleção Brasileira contra a Colômbia - Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Raphinha chegou à véspera da estreia do Brasil na Copa do Mundo falando mais de cobrança do que de promessa. Em entrevista publicada pelo ge nesta quarta-feira (10), o atacante reconheceu que ainda não repetiu na Seleção o mesmo impacto que teve pelo Barcelona, mas defendeu que já entregou bons jogos no ciclo de Carlo Ancelotti.

O contexto pesa porque o camisa da equipe catalã teve uma temporada forte no clube, com 21 gols e sete assistências, enquanto pela Seleção conviveu com lesões. Segundo o ge, ele participou de seis das 12 partidas de Ancelotti no comando do Brasil e deu duas assistências no período.

Autocrítica antes da estreia

Raphinha afirmou que entende a comparação com o desempenho no Barcelona e disse que a cobrança existe justamente porque ele e outros jogadores têm condição de render mais com a camisa brasileira. O atacante também ressaltou que se incomoda quando fica fora por problemas físicos e que pretende seguir à disposição enquanto o corpo permitir.

A relação com Ancelotti foi outro ponto tratado. O jogador disse que mantém boa conversa com o treinador desde os tempos em que se enfrentavam na Espanha, quando o italiano dirigia o Real Madrid, e afirmou que o técnico está satisfeito com o que ele tem mostrado em treinos e jogos. Ainda assim, fez questão de dizer que se cobra acima do que qualquer avaliação externa.

Brasil encara Marrocos em Nova Jersey

A fala aparece a poucos dias do primeiro jogo brasileiro no Mundial. O Brasil estreia no sábado, às 19h de Brasília, contra Marrocos, em Nova Jersey, pela fase de grupos. Raphinha citou que a comissão ainda trabalha em pontos fortes e fracos do adversário para ajustar o time até a partida.

O atacante também comentou que sente diferença no carinho recebido por torcedores brasileiros e estrangeiros. Para ele, a falta de uma conexão maior no país tem relação com a saída precoce do futebol brasileiro, mas isso não muda a obrigação de entregar intensidade quando veste a camisa da Seleção.

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