Botafogo recebe novo transfer ban por dívida na compra de Lucas Villalba
Punição registrada pela Fifa é a sexta do clube e amplia a pressão sobre pendências internacionais antes da próxima janela.

O Botafogo voltou a aparecer na lista de clubes punidos pela Fifa nesta terça-feira (9). A nova sanção está ligada à compra do zagueiro Lucas Villalba, contratado junto ao Nacional, do Uruguai, em janeiro, e impede o registro de novos jogadores enquanto a pendência não for resolvida. Segundo o ge, esta é a sexta punição do tipo aplicada ao clube. A negociação por Villalba foi fechada por 3 milhões de dólares, cerca de R$ 16,3 milhões na cotação da época. O defensor já havia chegado em um momento de restrição: quando foi apresentado, o Botafogo também cumpria transfer ban e não podia inscrevê-lo de imediato. ## Sequência de cobranças na Fifa O novo caso se soma a uma fila de débitos internacionais que atravessa nomes importantes do elenco recente. O Botafogo já havia sido cobrado por pendências envolvendo Thiago Almada, junto ao Atlanta United, Rwan Cruz, com o Ludogorets, Santi Rodríguez, com o New York City, e Artur, em dívida com o Zenit. A sanção anterior, de acordo com a publicação, tinha relação com o não pagamento de multas administrativas e foi aplicada por tempo indeterminado por causa da reincidência. Em outro processo, a Fifa chegou a proibir o clube de registrar reforços por três janelas depois de condenação ligada à compra de Artur. ## Impacto na montagem do elenco Na prática, cada novo transfer ban aumenta a urgência por acordos ou quitações antes da abertura da janela. Sem a liberação, o Botafogo pode até contratar atletas, mas fica impedido de registrá-los para competições oficiais. O caso pesa em um período de reestruturação da SAF e coloca a gestão diante de uma pauta objetiva: reduzir o estoque de cobranças na Fifa para não comprometer o planejamento esportivo. A situação de Villalba é mais um capítulo de uma sequência que já deixou de ser pontual e passou a interferir diretamente na rotina do futebol.












