Brasil estreia na Copa com formação inédita de Ancelotti

Técnico não repetiu escalação em 12 jogos pela Seleção e prepara nova equipe para enfrentar Marrocos neste sábado.

Por Redação Tipstando

13/06/2026, 11:32

Treino da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo de 2026
Treino da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo de 2026 - Foto: Rafael Ribeiro / CBF

O Brasil começa a Copa do Mundo de 2026 contra Marrocos com mais uma escalação inédita sob Carlo Ancelotti. Segundo o ge, o treinador italiano não repetiu a formação inicial em nenhum dos 12 jogos que fez pela Seleção e deve manter essa marca na estreia deste sábado, às 19h (de Brasília), no estádio de Nova Jersey/Nova York.

A equipe esboçada nos últimos dias tem Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr. A escolha reforça uma característica do primeiro ano de Ancelotti no cargo: adaptar o time aos jogadores disponíveis, ao adversário e ao contexto de cada partida, sem se prender a um desenho fixo.

Danilo ganha espaço após cortes na lateral

A presença de Danilo é um dos pontos mais concretos da mudança. O lateral do Flamengo ainda não havia sido titular com Ancelotti, mas ganhou força depois da lesão de Éder Militão e do corte de Wesley. Do outro lado, Alex Sandro permanece como opção de experiência para iniciar a campanha.

No meio, Casemiro segue como o jogador mais utilizado pelo técnico no ciclo. O volante foi titular em quase todos os compromissos com Ancelotti, enquanto Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vini Jr. também aparecem entre os atletas mais presentes desde a chegada do treinador.

Rodízio deve seguir durante a fase de grupos

A comissão técnica já trabalha com a possibilidade de novas alterações ao longo da primeira fase. A ideia é administrar desgaste e ajustar funções conforme os rivais. Depois de Marrocos, a Seleção enfrenta o Haiti na próxima sexta-feira e fecha a fase de grupos contra a Escócia, no dia 24.

A estreia, portanto, não serve apenas para medir o Brasil no Mundial. Ela também mostra como Ancelotti pretende conduzir um elenco montado com jogadores de perfis diferentes, em uma Copa que começa sem uma escalação-base consolidada.

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