Militão elogia Endrick e vê atacante com força para mudar jogos do Brasil
Fora da Copa por lesão, zagueiro do Real Madrid destacou a evolução do jovem de 19 anos e comentou a disputa na lateral direita da Seleção.

Éder Militão está fora da Copa do Mundo, mas colocou Endrick entre os nomes capazes de alterar uma partida para a Seleção Brasileira mesmo com pouco tempo em campo. Segundo o ge, Militão deu a declaração em entrevista ao canal SportyNet nesta sexta-feira (12); o zagueiro do Real Madrid elogiou a evolução do atacante e disse que o jovem “tem estrela”.
A fala chega em um momento importante para Endrick. Aos 19 anos, ele disputa espaço no ataque do Brasil durante o Mundial e também se prepara para voltar ao Real Madrid depois de uma passagem por empréstimo pelo Lyon, da França. Militão citou justamente esse período fora da Espanha como parte do crescimento do jogador, que ganhou minutos, fez gols e chega mais rodado para a próxima temporada europeia.
Militão destaca impacto de Endrick na Seleção
Segundo Militão, Endrick já mostrou no Real Madrid e na Seleção que não precisa de uma sequência longa em campo para deixar marca. O defensor afirmou que o atacante costuma mudar o ritmo das partidas quando entra, mesmo em participações curtas, e tratou a idade como um detalhe diante da capacidade de decisão do companheiro.
O elogio também tem peso pelo vínculo entre os dois no clube espanhol. Militão projetou dividir novamente o vestiário com Endrick no Real Madrid após a Copa, cenário que aumenta a expectativa sobre o papel do brasileiro no elenco merengue depois do empréstimo ao Lyon.
Ausência muda opções de Ancelotti
Militão seria uma alternativa de Carlo Ancelotti para a lateral direita do Brasil, mas uma lesão sofrida em abril tirou o zagueiro da competição. A posição ficou ainda mais enxuta após o corte de Wesley, que teve problema muscular no último fim de semana.
Sem os dois, Danilo aparece como o nome mais forte para iniciar na função. Militão explicou que a escolha na lateral depende do que o treinador pede em cada partida: um jogador mais preso para proteger a defesa ou uma peça com maior presença ofensiva. No caso dele, a função na Seleção costuma ser mais conservadora do que no Real Madrid.
Para o Brasil, a entrevista reforça dois pontos da preparação: Endrick segue tratado como opção de impacto no ataque, enquanto Ancelotti precisa ajustar a lateral direita sem duas peças que poderiam disputar espaço direto no setor.
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