Suécia goleia a Tunísia e mostra força no caminho que pode cruzar com o Brasil
Gyokeres e Isak participaram diretamente da vitória por 5 a 1 na estreia sueca na Copa do Mundo, resultado que mexe com o Grupo F.

A Suécia estreou na Copa do Mundo com uma vitória de peso: 5 a 1 sobre a Tunísia, nesta segunda-feira (15), em jogo válido pelo Grupo F. O placar colocou a equipe de Graham Potter na liderança da chave e deixou um recado para quem acompanha o lado do chaveamento que pode cruzar com o Brasil mais adiante.
Fonte: Trivela. A partida também serviu para reduzir uma dúvida que rondava a seleção sueca antes da estreia. Viktor Gyokeres e Alexander Isak, dois nomes centrais do ataque, apareceram juntos em lances decisivos e deram fluidez a um setor que ainda precisava de resposta em competição oficial.
Dupla sueca decide cedo
A Suécia abriu o placar logo aos seis minutos, quando Ayari aproveitou rebote após uma saída ruim do goleiro Chamakh e finalizou no ângulo. A vantagem deu controle ao time europeu, que conseguiu acelerar pelo centro e explorar a presença dos dois atacantes perto da área.
Isak ampliou ainda no primeiro tempo, em chute cruzado, depois de jogada construída com participação de Gyokeres. A Tunísia descontou antes do intervalo com Rekik, de cabeça, mas não sustentou a reação depois da volta dos vestiários.
O terceiro gol sueco nasceu de pressão alta. Isak roubou a bola no campo ofensivo e serviu Gyokeres, que marcou sem precisar reorganizar a jogada. Depois disso, Svanberg e Ayari completaram a goleada e transformaram a estreia em uma vitória confortável.
Resultado pesa no Grupo F
O resultado ganha peso porque o Grupo F já tinha começado com empate por 2 a 2 entre Países Baixos e Japão. Com a goleada, a Suécia abre vantagem no saldo e passa a primeira rodada em posição favorável para buscar a classificação.
Para a Tunísia, a derrota expõe uma fragilidade que não tinha aparecido nas Eliminatórias, quando a seleção africana terminou a campanha sem sofrer gols. Contra um adversário de nível mais alto, a defesa deu espaços, errou na saída e sofreu com a pressão sueca.
A Suécia ainda terá testes mais duros na chave, mas a estreia deixou uma impressão objetiva: quando Gyokeres e Isak conseguem atuar próximos, o time ganha presença de área, pressão sem bola e poder para resolver jogos em poucos lances.
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